História do Calendário - Os 10 dias que nunca existiram!
Cotidiano Curiosidades

Quando o Mundo pulou 10 dias no futuro – Os dias que realmente nunca existiram!

giphy menina nao acredita calendario os 10 dias duvida menina duvidando serio really wow ate parece oque como
É sério? Como é?

História do Calendário – Você clicou na matéria não acreditando muito no titulo, não é mesmo? Pois saiba que realmente não existiram 10 dias na nossa História. Foram excluídos da existência, fazendo assim que o Mundo pulasse 10 dias no Futuro. Foram 10 dias que nunca existiram na história da humanidade. 

giphy - Quando o Mundo pulou 10 dias no futuro - Os dias que realmente nunca existiram!

 

HISTÓRIA DO CALENDÁRIO

O Mídia Interessante tentará lhe fazer um resumo bem detalhado da história do calendário, lhe trazendo fatos que talvez você não imaginaria. Pois bem, pesquisas indicam que o primeiro calendário surgiu na Mesopotâmia, por volta de 2.700 a.C. Já em 753 a.C. o Calendário Romano rústico com Romulo tinha 10 meses (Março a Dezembro) e totalizava 304 dias. O segundo Rei de Roma era uma sábio chamado Nuno Pompílio e a foi direcionado a ele uma reforma no calendário, baseado nos ciclos lunares, que passou de 10 para 12 meses num total de 355 dias, com o acréscimo do mês de Janeiro, dedicado ao Deus Jano, O Deus do começo na mitologia romana, que tinha duas faces, uma olhando para trás, o passado e outra olhando para a frente, o Deus da divisão. O outro mês vem do latim februarius, inspirado em Deus Fébruo, deus da morte e da purificação na mitologia etrusca. Janeiro e Fevereiro, deste modo, foram colocados no fim do ano, depois de Dezembro (o ano novo iniciava em Março). 

Calendário Juliano e o “Ano da Confusão”

Por muitos séculos, o calendário que vigorava em Roma era o de Nuno Pompílio, dividido em 355 dias e 12 meses, o que originava um grande desajustamento ao longo do tempo, originando com isso que as estações do ano passavam a ocorrer em datas diferentes. O problema é que a duração do ciclo lunar ou lunação (período sinódico) de nosso satélite não é constante. Em média a duração do período sinódico da Lua é 29,5 dias, variando entre 29,3 dias e 29,8 dias. Contudo, quando se tornou ditador da República romana, Júlio César decidiu reformar o calendário para o adequar novamente ao tempo natural.
 
Com esse objetivo, foi criado, em 46 a.C., um calendário lunar com 15 meses e 455 dias (4 meses para cada ciclo de Estação do ano, ou seja Primavera, Verão, Outono e Inverno)  para compensar esse desfasamento, este ano ficou conhecido como o “ano da confusão”. Acabou que não deu muito certo e o povo ficou furioso. O que rendeu ao período o nome de “Ano da Confusão”
 

Nova Reforma do Calendário Juliano

A reforma de Júlio César, veio 1 ano depois em 45 a.C. E instituiu o ano solar com 365 dias e 6 horas, divididos em 12 meses, o que permitiu resolver o problema durante um ótimo longo tempo. As seis horas que sobravam de cada ano seriam compensadas a cada quatro anos com a inclusão de mais um dia em fevereiro, os anos bissextos. Tudo isso devido a sabedoria egípcia e Cleópatra.

Júlio e Cleópatra

Um romance de Júlio Cézar com Cleópatra, fez com que ela lhe mostrasse “coisas sobre a Terra a água e o ar”. Júlio Cezar observou em sua viagem ao Egito, que os próprios egípcios também usavam um calendário igual a de Nuno Pompílio de 12 meses, seu antepassado, porém com 365,25 dias e não fazia sentido ficar totalmente fora do que os Romanos estavam acostumados que era 12 meses.

Calendário Egípcio 30 dias x 12 meses = 360 ( colocavam 5 dias a mais no final do Ano)

Cleópatra vendo que Júlio Cezar estava completamente perdido com o Calendário dele, e como ela gostaria que Roma e o Egito se entendesse em todos os sentidos. Ela enviou o sábio matemático e astrónomo Sosígenes de Alexandria, um dos membros da corte de Cleópatra, ajudou o ditador nos cálculos do novo Calendário Juliano, posto em vigor em 1º de janeiro de 45 a.C.

Deste modo, os Romanos em 45 a.C fixaram seu calendário em 12 meses ao invés de 15, ficando igual dos egípcios, melhorando tornando o calendário romano num calendário solar, alinhado pelas estações do ano, igual ao calendário egípcio já existente. 

E mais um detalhe foi quando Júlio Cezar aproveitou e instaurou o Ano Novo em 1 de Janeiro. Dia de Janus, no qual significava muito para ele. Assim ficou o Ano Novo 1º de Janeiro até a Idade Média. Júlio César estabeleceu que o ano deveria começar na primeira lua nova após o solstício de inverno, que no hemisfério norte era a 21 de dezembro, a partir do ano 709 romano (45 a.C.). Nessa ocasião o início do ano ocorreu oito dias após o solstício. Posteriormente o início do ano foi alterado para onze dias após o solstício. Alterando assim Janeiro da posição 11º para a posição 1º do Ano, justamente pelo Deus Jano, como já explicado. Seguido pelo mês de Fevereiro da 12º posição para segundo.

A Idade Média e a Queda do Ano Novo

Após a queda do Império de Roma, voltou-se a comemorar o ano novo em 1º de Abril (Páscoa, colheitas e Equinócio) em uns países, 25 de Março (Dia da Anunciação do Anjo Gabriel a Maria) em outros. Pois achava-se o dia 1º de Janeiro uma data muito pagã. Mas acabou que sem querer a data para Janeiro deu muito certo. Você verá mais pra frente.

 

CALENDÁRIO GREGORIANO ou CALENDÁRIO ATUAL

Após o calendário Juliano 46 a.C, de Júlio Cézar (100–44 a.C.) …

papa gregorio calendario gregoriano - Quando o Mundo pulou 10 dias no futuro - Os dias que realmente nunca existiram!

Este é o calendário que utilizamos e conhecemos até hoje, é o Calendário Gregoriano, do Papa Gregório XIII, ele nasceu em Bolgona e foi 226º papa da igreja católica romana (1502-1585). Com o Renascimento em ascensão, todos estavam ficando de olho nos céus, e foi nesta onda, em que o Papa observou um erro de 10 dias no calendário Juliano, que um ano era contado como 365,25 dias, quando na realidade é cerca de 365,2422 dias. Assim em 1545 surgiu o Concílio de Trento para poder por em prática uma saída para os mais de 1500 anos de dias do Calendário Juliano, no qual foi acumulado, e ficou na casa dos 10 dias. 

 

 

calendario dias inexistentes cancelado excluido antigo atual - Quando o Mundo pulou 10 dias no futuro - Os dias que realmente nunca existiram!

História do Calendário – Dias inexistentes cancelados e excluídos da existência

 

O Papa Gregório XIII reuniu um grupo de especialistas para corrigir o calendário Juliano (Julio Cézar). Pincipalmente liderado pelo o matemático italiano Luís Lílio que elaborou a proposta usada para preparar a reforma do calendário, na época alguns queriam colocar o nome de Calendário Liliano. O objetivo da mudança era fazer regressar o equinócio da primavera para o dia 21 de março e desfazer o erro de 10 dias existente na época. Após 5 anos de estudos, foi promulgada a Bula Papal Inter Gravíssimas. Só lembrando que o equinócio da Primavera naquela época era o dia do Ano-Novo. No caso, o Papa também estaria mudando o dia da virada do Ano Novo que era festejado no dia 25 de março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia *1 de abril. Deste modo:

Reforma Gregoriana del Calendario Juliano - Quando o Mundo pulou 10 dias no futuro - Os dias que realmente nunca existiram!

História do Calendário – Reforma Gregoriana do Calendário Juliano

Corrigiu-se a medição do ano solar, o ano gregoriano dura em média 365 dias, 5 horas, 49 minutos e 12 segundos, na batata assim, lembra que estudaram 5 anos.

giphy - Quando o Mundo pulou 10 dias no futuro - Os dias que realmente nunca existiram!

Os dias que nunca existiram…

O mais complicado neste calendário não era simplesmente avançar 10 dias no calendário na época atual, e isto quis dizer que conforme o Papa Os dia seriam omitidos dez dias do Calendário Juliano, deixando de existir os dias entre 5 a 14 de outubro de 1582. A bula Inter Gravissima da Lei Canônica da Igreja Católica, ditava que o dia imediato à quinta-feira, 4 de outubro, fosse sexta-feira, 15 de outubro do mesmo ano.  Mudança decorrente do movimento de elipse realizado pela Terra em torno do Sol. Foi uma reforma ao longo dos anos.  A França adotou o novo calendário com o domingo, 9 de dezembro de 1582, sendo seguido pela segunda-feira, 20 de dezembro de 1582.

Então quer dizer que os dias 5,6,7,8,9,10,11,12,13,14 de Outubro de 1582, não existiram no Brasil? SIM.

Países revoltados

O difícil era convence os outros países a entrar na concordância. De imediato, os países mais cristão obedeceram sem questionar. Que foram: Reino do Brasil, Portugal e Algarves, Espanha, com o Rei Filipe II da Espanha que comandava os dois reinos. Logo em seguida Itália e Polônia. Mas nos dias posteriores, França, Inglaterra e Alemanha a priori não queriam aceitar “tal balbúrdia sem motivo” e não iriam aceitar de jeito nenhum. Onde já se viu, pular 10 dias? No entanto, a Inglaterra, que havia se rebelado contra a autoridade do papa e professava a religião protestante, continuou a celebrar a passagem do ano no dia 25 de março até 1752. 

Conforme os anos se passam pouco a pouco o número de países a aceitar só crescia,  foram aceitando a bula papal e colocando o calendário gregoriano oficialmente em seus países. Mesmo países cristãos luteranos e anglicanos, começaram a aceitar o calendário. “Era melhor estar errado com o Universo do que com o pontífice”, diziam algumas pessoas. Muitos dos países da Europa Oriental eram ortodoxos orientais ou islâmicos e adotaram o calendário gregoriano muito mais tarde do que os países cristãos ocidentais 

CALENDÁRIO ACEITO GRADUALMENTE EM CADA PAÍS

giphy - Quando o Mundo pulou 10 dias no futuro - Os dias que realmente nunca existiram!

Somente no ano de 1700, ou seja 118 anos depois, a Inglaterra e Alemanha reconheceram a data e promoveu 10 dias. Os últimos países a adotarem o calendário gregoriano na Europa foram a Rússia e Estônia em 1918, Grécia, em 1923, e a Turquia, em 1926 . Alguns países preferiram usavam seu próprio calendário civil diferente.

Além dos mais, observou-se muita, mas muita, mas muita discordância em cartas e documentos datados, em uma país era uma data no outro era outra data. Passagens e vistos pelas alfândegas eram demorados, e muitos documento ficavam parados até provar que a data era diferente. Pessoas que perdiam seus navios. Reuniões internacionais de pontífices datadas diferentes. Até que finalmente o Mundo se rendeu ao Calendário Gregoriano para adotar um mesmo modelo em relação a todos, e tudo ficar em pé de igualdade. E atualmente o calendário gregoriano é o calendário civil mais usado do mundo .

 

ESPANHA, PORTUGAL, BRASIL E ALGARVES, E AMÉRICA LATINA – datas excluídas05/10/1582 a 14/10/1582 

 FRANÇA – datas excluídas de 10/Dez/1582 a 19/Dez/1582 

GRÃ-BRETANHA, ESTADOS UNIDOS E TODAS COLÔNIAS – datas excluídas 03/09/19752 a 13/09/1752

JAPÃO – datas excluídas 21/12/1872  a 31/12/1872

CORÉIAS, CHINA E TAIWAN – datas excluídas 21/12/1911 a 31/12/1911*

*A China adotou o bi Calendário. Já o calendário norte-coreano, por exemplo, a partir de 1912, usa meses e dias gregorianos, mas com o ano de nascimento de Kim Il-Sung (1912) usado como ano 1º. Então 2021 para eles é o ano 110, 2022 é o ano 111.

 

giphy - Quando o Mundo pulou 10 dias no futuro - Os dias que realmente nunca existiram!

EXPLICANDO O DIA PRIMEIRO DE JANEIRO

Mas na Idade Média, após a queda de Roma, o cristianismo se estabeleceu com força e o primeiro de janeiro foi considerado uma data muito pagã. O primeiro de Janeiro ficou por anos, até que na Idade Média com a queda do Império Romano. Durante a Idade Média, a Igreja Católica preferiu marcar o Ano Novo em 25 de março, Dia da Anunciação. Só então após a visível mudança no Calendário Gregoriano, o Rei Luiz de Franca no Conselho de Trento, propôs que o dia 1 de Janeiro fosse o primeiro dia do ano. Mas houve uma relutância da popular ao adotar o novo Ano Novo.  Há uma matéria na BBC muito bem valiosa e diz que muitos países onde o cristianismo predominou queriam que o Ano Novo acontecesse no dia 25 de março, como já dissemos, além de marcar o equinócio da Primavera, e esta data marca a aparição do arcanjo Gabriel à Virgem Maria.

Março + 9 meses = 25 de Dezembro (NATAL).

Então seria mais provável que Jesus nascesse entre o final de Dezembro e o começo de Janeiro. Pode ser muito por isso que a ideia do Rei Luiz deu certo, e a igreja Católica aceitou para incorpora-la ao Calendário Gregoriano. Se o Natal é quando Jesus Cristo nasceu. Janeiro seria uma ótima data para começar o ANO NOVO. Já que o ano zero “0” é o Nascimento de Jesus. Janeiro poderia ser o mês de prosperidade do ano.

 

Dia da Mentira

giphy alladin pionoqui mentiroso nao acredito eu duvido impossivel calendario os 10 dias 1 - Quando o Mundo pulou 10 dias no futuro - Os dias que realmente nunca existiram!

Em 1564, antes de sua morte e antes mesmo da adoção do Calendário Oficial Gregoriano, em 1585.  O Rei Carlos IX da França determinou ao Conselho da Igreja que o ano novo na França, seria comemorado no dia 1º de janeiro, assim como Portugal, pegando uma ideia antiga de Pedro IV de Aragón em 1350 que baseou-se no nascimento de Jesus como Ano Novo em 25 de Dezembro.  

Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano se iniciaria na França no dia 1º de abril. Muitas pessoas começaram a fazer pegadinhas de ano novo. Enviando presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas na França como plaisanteries.

Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fools’ Day, “Dia dos Tolos (de abril)”; na Itália e na França é chamado respectivamente pesce d’aprile e poisson d’avril, literalmente “peixe de abril”.

O “dia da Mentira” pegou mesmo no Brasil alguns séculos depois. Quando circulou o jornal A Mentira, um periódico de 1828. Tinha como ponto chave o dia 1º de abril (Dia dos Tolos na Europa). Foi neste dia que eles publicaram a notícia do falecimento de Dom Pedro II, desmentida pela corte no dia seguinte, e muitíssimas outras posteriores.

giphy - Quando o Mundo pulou 10 dias no futuro - Os dias que realmente nunca existiram!

E por fim, este é o calendário que utilizamos até os dias de hoje:

+ Curiosidades

Um dos fatores que contribuíram para a vitória de Napoleão na Batalha de Austerlitz foi a confusão entre os russos, que usavam o calendário juliano, e os austríacos, que usavam o calendário gregoriano.

Os países que não adotaram ainda o calendário gregoriano são a Etiópia, Nepal, Irã e Afeganistão.

O último país a adotar o Calendário Gregoriano no lugar do Calendário Muçulmano foi o Emirados Árabes Unidos em 2016.

Em muitos países, como República Tcheca, Brasil, Espanha, Portugal, Itália e Reino Unido, o dia 1º de janeiro é um feriado nacional. 

O Papa Paulo VI foi o idealizador do Dia Mundial da Paz (1º de Janeiro) em 1968.

Em 1350, que Pedro IV de Aragón definiu o dia do Natal, 25 de dezembro, como o ano novo oficial em Portugal.

O 1º de Janeiro sendo Ano Novo de Júlio Cézar referente ao mês do Deus Jano, coincidiu com o Ano Novo da Igreja por se tratar do nascimento de Jesus. (25/12 a 01/01).

 

Por Mídia Interessante com informações retiradas de pesquisa em sites e fóruns, Wikipédia, BBC, OAL Portugal, Mulher Virutal, Blog Pensar Refletir, El Pais e Arquivo.

 

LEIA TAMBÉM  Agora sim! Brasil é o país do Churrasco de Verdade!

LEIA TAMBÉM  Você sabia que existe um Calendário para o Planeta Marte?

 

Calendário Online Fácil 2021

Você sabia que existe um Calendário para o Planeta Marte?

Damos valor à sua privacidade

Nós e os nossos parceiros armazenamos ou acedemos a informações dos dispositivos, tais como cookies, e processamos dados pessoais, tais como identificadores exclusivos e informações padrão enviadas pelos dispositivos, para as finalidades descritas abaixo. Poderá clicar para consentir o processamento por nossa parte e pela parte dos nossos parceiros para tais finalidades. Em alternativa, poderá clicar para recusar o consentimento, ou aceder a informações mais pormenorizadas e alterar as suas preferências antes de dar consentimento. As suas preferências serão aplicadas apenas a este website.

Cookies estritamente necessários

Estes cookies são necessários para que o website funcione e não podem ser desligados nos nossos sistemas. Normalmente, eles só são configurados em resposta a ações levadas a cabo por si e que correspondem a uma solicitação de serviços, tais como definir as suas preferências de privacidade, iniciar sessão ou preencher formulários. Pode configurar o seu navegador para bloquear ou alertá-lo(a) sobre esses cookies, mas algumas partes do website não funcionarão. Estes cookies não armazenam qualquer informação pessoal identificável.

Cookies de desempenho

Estes cookies permitem-nos contar visitas e fontes de tráfego, para que possamos medir e melhorar o desempenho do nosso website. Eles ajudam-nos a saber quais são as páginas mais e menos populares e a ver como os visitantes se movimentam pelo website. Todas as informações recolhidas por estes cookies são agregadas e, por conseguinte, anónimas. Se não permitir estes cookies, não saberemos quando visitou o nosso site.

Cookies de funcionalidade

Estes cookies permitem que o site forneça uma funcionalidade e personalização melhoradas. Podem ser estabelecidos por nós ou por fornecedores externos cujos serviços adicionámos às nossas páginas. Se não permitir estes cookies algumas destas funcionalidades, ou mesmo todas, podem não atuar corretamente.

Cookies de publicidade

Estes cookies podem ser estabelecidos através do nosso site pelos nossos parceiros de publicidade. Podem ser usados por essas empresas para construir um perfil sobre os seus interesses e mostrar-lhe anúncios relevantes em outros websites. Eles não armazenam diretamente informações pessoais, mas são baseados na identificação exclusiva do seu navegador e dispositivo de internet. Se não permitir estes cookies, terá menos publicidade direcionada.

Visite as nossas páginas de Políticas de privacidade e Termos e condições.

Importante: Este site faz uso de cookies que podem conter informações de rastreamento sobre os visitantes.