Trabalhos que não existem mais
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Trabalhos de antigamente que não existem mais

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Trabalhos que não existem mais: Existem muitos empregos existentes hoje, que não existiram cerca de 30 anos atrás, com por exemplo: analista de mídia social, desenvolvedor de aplicativos, etc. Mas muitos empregos ao longo do tempo foram desaparecendo justamente atribuído aos avanços tecnológicos. Com a tecnologia avançando a cada dia, o mundo está em constante mudança, o que era moda a um ano atrás, hoje em dia já está obsoleto. Temos que acompanhar a evolução nesse mesmo ritmo frenético, se não ficamos ultrapassados. Foi o que aconteceu com algumas profissões de antigamente, que não conseguiram acompanhar o avanço da tecnologia e foram ou estão praticamente extintas.

Trabalhos que não existem mais

 

Arrumadores de pinos

Tinha como função recolher e organizar os pinos derrubados depois de um arremesso de bola no boliche, e deixá-las certinhas para o próximo jogador. No entanto, em 1952 um sistema automático começou a ser usado para este fim, e os organizadores de pinos deixaram de ser contratados. Os pinos de boliche eram meninos jovens empregados em pistas de boliche para configurar os pinos para os clientes.

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Despertador Humano

Já pensou você acordar com um cara batendo na sua janela? Pois é justamente com era antigamente. Junto com a revolução industrial no período de 1760 a algum momento entre 1820 e 1840, vieram os empregos e, para não perder a hora, existia um profissional responsável por acordar as pessoas para que comparecessem aos seus empregos e compromissos no horário. O primeiro despertador foi criado em 1847, mas só se popularizou décadas depois, então, era comum ver pessoas com bambu, varetas ou atirando pedrinhas nas janelas das pessoas que os contratavam.

Eles foram contratados para garantir que as pessoas acordassem a tempo para seus próprios empregos. Eles usariam bastões, clubes seixos, sarabatanas para bater nas janelas e portas dos clientes. E se a pessoa não acordasse atacar pedras e tentar abrir a janela era uma das soluções.

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Cortador de gelo

Antes da invenção das geladeiras e refrigeradores em 1854 foi feito o primeiro sistema refrigerador para a indústria de carnes, era difícil armazenar os alimentos. Logo, homens ficavam em lagos congelados e eram responsáveis por cortar e transportar os blocos de gelo. Claro que a profissão era restrita a países em que a água congelava naturalmente. Altamente perigosa, a profissão era também muito lucrativa. Antes que as modernas técnicas de refrigeração se tornassem generalizadas, os cortadores de gelo viriam o gelo em lagos congelados para que as pessoas usassem em suas adegas e frigoríficos. Era um trabalho perigoso muitas vezes feito em condições extremas.

 

Observador pré-radar para aeronaves inimigas

Antes do radar, as tropas usavam espelhos acústicos e dispositivos de escuta como esses para se concentrar e detectar o som dos motores das aeronaves que se aproximavam. Durante a primeira guerra mundial, 28 de julho de 1914 a 11 de novembro de 1918, cuja grande novidade bélica foi o uso do avião, criou-se a função de radar humano. Para detectar sua chegada, engenheiros alemães e ingleses tentavam desenvolver um radar, um equipamento que permitisse adiantar a chegada de uma bateria aérea, como não conseguiram na época; assim, surge a função de “escutador de artilharia aérea” ou “radar humano”.

 

Caçadores de ratos

Numa época em que os problemas sociais começavam a parecer. Os coletores de ratos foram empregados na Europa para controlar populações de ratos. Eles correram grandes riscos de sofrer batidas e infecções, mas ajudaram a impedir que estas se espalhassem para o público.

 

Ascedendor de lampião

Quando a eletricidade ainda não existia, como se iluminavam as ruas? Logicamente com lampiões! E havia um profissional que os acendia todos os dias ao anoitecer e também os apagava ao amanhecer. Na Europa era um trabalho remunerado, aqui no Brasil este trabalho era feito por escravos.

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Flutuador de tora

Antes que a tecnologia ou a infra-estrutura estivessem disponíveis para transportar por caminhão, flutuavam-se e guiavam-se toras de madeira para baixo dos rios aos locais de processamento.

 

Operador de painel de comando

As telefonistas conectavam ligações de longa distância e transferiam a chamada de maneira manual, entre outras tarefas, até o sistema ser digitalizado totalmente. No filme “A Troca” conseguimos visualizar bem esta profissão tão importante para a época. Os operadores de painel de distribuição eram partes integrantes da operação de uma rede telefônica antes que a tecnologia moderna tornasse-os obsoletos. Eles conectariam chamadas de longa distância e fazer outras coisas que agora são digitadas digitalmente.

 

Resurrecionistas

Resurrecionistas, ou “arrancadores de corpo”, foram contratados no século 19 para remover cadáveres de túmulos para que as universidades usassem cadáveres. Os cadáveres de meios legais eram raros e difíceis de obter, então as universidades tinham que recorrer a outros meios para adquirir cadáveres para seus alunos. Conhecida como uma profissão ilegal, os ressuscitadores eram contratados para invadirem cemitérios e roubarem cadáveres para as universidades estudarem o corpo humano. Como era muito difícil conseguirem os corpos e o ensino da medicina exigia esse material para aprendizagem e aperfeiçoamento, este “profissional” foi de grande importância para os avanços médicos.

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Leitor de fábrica

Em termos gerais, um leitor é simplesmente alguém que lê. No entanto, eles eram muitas vezes contratados com dinheiro reunido de trabalhadores para ler em grandes salas cheias de trabalhadores manuais para mantê-los entretidos. Alguns lêem publicações de esquerda ou de sindicatos para os trabalhadores. Normalmente este profissional era contratado pelos funcionários de uma empresa para informa-los e aliviar o stress. O leitor lia em voz alta em um local acima dos funcionários para que todos escutassem as notícias, trechos de livros e afins. Esta atividade começou a se popularizar no século XX.

 

 

 
PROFISSÕES ANTIGAS – QUASE EXTINTAS
 

 

Calceteiro: Operário que calça as ruas com pedras justapostas; empedrador. É provavelmente  uma das mais antigas profissões conhecidas. Atualmente a maioria das cidades tem suas ruas cobertas por asfaltos, uma técnica mais barata, porém nem tão bonita.
 
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Sapateiro é um profissional que conserta, fabrica e faz diversos trabalhos na área de calçado. Na sua grande maioria a matéria-prima é o couro, que é utilizado para confeccionar ou consertar os calçados. Atualmente os sapateiros não se restringem apenas aos calçados, mas sim a diversos outros acessórios utilizados por qualquer pessoa como: bolsas, carteiras, cintos, jaquetas etc.

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Alfaiate: (em francês: Tailleur) é o profissional especializado que exerce o ofício da Alfaiataria, uma arte que consiste na criação de roupas masculinas (terno, costume, calça, colete, etc.) de forma artesanal e sob medida, ou seja, exclusivamente de acordo com as medidas e preferências de cada pessoa, sem o uso padronizado de numeração preexistente.
 

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Relojoeiro: trabalha apenas consertando relógios, e não criando novos modelos, embora um profissional experiente possa fabricar muitas das peças que compôe um relógio mecânico. Na Inglaterra, historicamente, os relojoeiros deviam passar por um período de treinamento que durava sete anos e depois ingressavam numa guilda como a Worshipful Company of Clockmakers de Londres, antes de vender seu primeiro relógio.

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