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Facebook é gratuito mesmo? Você curte uma página mas nunca a vê

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Foto: Divulgação Facebook

O site Administradores.com.br publicou um artigo um tanto quanto coerente, para quem escolhe expandir seu negócio, marca e afins no Facebook. O problema é que você tem que pagar para os teus seguidores te ver. Mas os seguidores são teus! Porque você deve pagar para eles poderem ver. O Facebook tem uma ferramenta que ajuda as empresas a divulgar seus produtos ou serviços dentro do próprio Facebook. A ferramenta se chama Facebook Ads, com ela é possível alavancar sua página e aumentar suas vendas de forma significativa e seja um afiliado do Facebook. Clique aqui e saiba mais sobre o Facebook Ads.

 
 
 

É gratuito e sempre será?

Por Equipe Administradores
 
Imagine a seguinte situação: você tem um parceiro de negócios que lhe provê um determinado serviço e, em troca, obtém clientes e retorno financeiro direto e indireto. Em um determinado momento, esse fornecedor abre o capital e fica ganancioso, passa a cobrar cada vez mais, a reduzir drasticamente a qualidade do serviço para novamente cobrar mais pelo mesmo serviço com a qualidade anterior. Qual seria a sua atitude enquanto administrador? Tenho certeza que todos aqui diriam: “abandonaria o fornecedor e iria atrás dos seus concorrentes”.
Aqui entra outro componente no processo decisório: você se tornou dependente desse serviço, e serviço que os concorrentes do seu parceiro oferecem não proporcionam sequer uma fração do retorno sobre o investimento. Uma verdadeira sinuca de bico, não?
É exatamente essa situação que nós do Administradores.com estamos enfrentado enquanto… bem… administradores. Desde 2010 investimos boa parte de nossa energia nesta rede social acreditando no seu potencial futuro, em seu vertiginoso crescimento e em sua bela história. Era aqui que estavam os nossos leitores, as pessoas que querem receber nossas análises em negócios, Administração, finanças, gestão, dentre outros assuntos. O Facebook nos proporcionava os leitores, e nós gerávamos o engajamento que eles precisavam para monetizar a plataforma – além de contribuirmos também para fomentar esse universo, divulgando a nossa fanpage em nosso site e diversos outros canais de comunicação.
Assim como a gente, milhões de empresas e profissionais em todo o mundo seguiram a mesma estratégia, investindo em um modelo ideal de negócios, aquele onde todos ganham. Tomem o exemplo do Guaraná Antarctica, maior fanpage dedicada a uma marca no Brasil. No momento em que a empresa cria uma edição exclusiva de uma lata de guaraná para comemorar 10 milhões de fãs na rede social (e joga essa mesma quantidade de latas no mercado), imaginem o quanto o Facebook se beneficia de uma ação como essa. Do outro lado, o universo digital criado por Mark Zuckerberg proporciona um ambiente único para que essa mesma marca estreite o relacionamento com os seus fãs, tornando-se ainda mais próspera.
Em 2012, depois de um desastrado IPO (abertura pública inicial de ações), nosso fornecedor teve de encarar um problema sério: a queda progressiva no valor das ações (chegou a ficar abaixo de US$ 20, abrindo com US$ 38) devido à falta de confiança dos investidores no seu poder de monetização e lucro. Era preciso ganhar mais dinheiro para evitar o colapso financeiro do negócio. Para atingir essa meta, o Facebook recorreu à sua missão de levar apenas conteúdo relevante aos seus usuários para justificar uma medida: a restrição de visualizações das postagens, algo que já ocorria em menor intensidade.
A relação com o nosso fornecedor começou a ficar turbulenta depois que o alcance passou a ficar restrito a 10% — às vezes menos — dos nossos usuários. Investimos dinheiro para conquistar mais leitores, e eles não têm acesso às nossas matérias porque tornou-se necessário pagar para ter um alcance razoável. Não importa a qualidade da postagem e da matéria, em torno de 5% das pessoas têm o direito de recebê-las em seu feed. Chegamos em um ponto onde investir no Facebook é prejuízo certo, uma vez que gera um ciclo vicioso contraproducente.
A fanpage do Administradores.com, no momento, conta com 780 mil pessoas. Somos uma das 3 maiores fanpages de negócios do mundo. Porém, o alcance das postagens — na melhor das hipóteses — não passa de 50 mil. A média é bem mais frustrante: algumas não passam de 10 mil, não importa quantos comentários, curtidas ou compartilhamentos elas consigam gerar. Neste ponto, inverte-se a lógica do negócio: em vez de uma parceria produtiva, cria-se uma dependência violenta, onde quem tem a maior estrutura explora o outro além do limite.
Analisando os nossos números, tentamos encontrar um caminho, um padrão que nos permita criar postagens mais agradáveis e envolventes, que cheguem a um número maior de pessoas. Mas não importa o quanto procuremos, a resposta sempre cai no botão “Impulsionar publicação”: essa é a única maneira de obter bons resultados. Infelizmente o slogan “É gratuito e sempre será” já não vale mais para muitas pessoas.
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