Coisas a respeito do nada
Opinião

Coisas a respeito do nada

isto nao e o nada - Coisas a respeito do nada
dae77 nc383c2a3o vejo nada - Coisas a respeito do nadaO “nada” é uma das coisas que não existem da qual mais coisas sabemos, ainda quando se utiliza para designar à ausência de qualquer coisa. Tanto é assim que os matemáticos apregoam que “o nada não tem nenhum significado preciso… e os físicos dizem que “o nada não tem nenhum significado técnico…”
1-Há muito mais “nada” do que matéria..
Cerca de 73% do Universo é composto de “nada” (ou o que os cientistas chamam “energia escura” ). Dos 27% restante, 23% é matéria escura, partículas que não podem ser vistas nem medidas diretamente. Só 4% é matéria bariônica, o tipo de coisas que chamamos de “algo”.
2-O “Nada” compõe o “Tudo”.
Qualquer “algo”, é composto quase em sua totalidade por “nada”. Principalmente, os átomos consistem em enormes espaços vazios. A solidez da matéria é uma ilusão causada pelos campos magnéticos das partículas sub-atômicas. Difícil acreditar, mas uma barra de aço tem mais “nada” do que aço.

3-Cada vez há mais e mais “Nada”.
Os astrofísicos mediram a expansão do Universo e descobriram que a energia escura (o “nada”) se estende para os confins do Universo a velocidade direta e crescente.

4-O “Nada” pesa e é poderoso.
O “Nada” também tem peso, devido a sua energia. Há aproximadamente um grama de “nada” a cada 400 mil quilômetros quadrados. Mas a energia desse pouco “nada” é potencialmente maior que toda a energia de todas as armas e plantas nucleares do planeta.
5-A origem do Universo é o “Nada”.
Atualmente, tirando as equações complicadas do meio, a física sustenta que o Universo foi criado do “nada”, assim como a maioria das religiões sustenta. Isto é: “nada” deu origem ao Universo.
6-No “Nada” acontecem muitas coisas.
Inclusive do vazio mais vazio, não se pode dizer que realmente não ocorra “nada” ali. Os cientistas especulam que o vazio está completamente cheio de partículas e antipartículas que se aniquilam entre si em menos de 10-25 milisegundos. Um tempo tão curto de duração que “não dá tempo” da existência de uma maneira consistente ou, dito de outra maneira, não chega a ter efeitos sobre o Universo.
7-O “Nada” é intocável.
O vazio não succionará os astronautas, como nos filmes, se sua nave se romper. O que acontecerá em realidade é que o vazio irá “fabricar espaço”, e a atmosfera da nave empurrará os astronautas para esse espaço. Em outras palavras, ninguém nem nada pode entrar no “Nada”: ali onde há algo, não pode ter nada.

8-Num buraco negro não há nada do “Nada”.
Os buracos negros não são buracos em absoluto, não estão vazios. Bem longe de parecer-se a um “Nada”, são em realidade os pontos com mais coisas do Universo. O que ocorre é que há tanta matéria num buraco negro, que o “nada” não é suficiente para criar um “lugarzinho de nada.
9-Nada é para sempre.
Você pode escolher viver a sua vida de duas formas distintas: “o Nada é para sempre” ou “nada é para sempre”. A depender desta escolha estará o sucesso naquilo tudo que planejar fazer.
10-Comentar não custa “Nada”
 
Fonte: Desconhecida
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7 Comentários

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  • Repensando o Modelo Nuclear

    Autor Luiz Carlos de Almeida
    Publicado em: abril 14, 2009

    Desde quando descoberto a antimatéria, na figura do Posítron, a mente humana sonha na sua utilização para diversos fins, somente que, as características desta antimatéria é muito peculiar, suscitando questionamentos, que parecem ser muito complexos.. A ciência caminha para decifrar cada vez mais o nosso universo, entendendo cada vez mais do que somos formados. Assim, surgiu perante meus olhos, uma questão que se tornou, não somente fascinante, como também preocupante, pois, é fascinante por tornar muitas questões de difíceis explicações, fáceis e lógicas, e é preocupante porque mostra que temos dentro da ciência, vários caminhos que nos levam a acertar e tantos outros, que nos levam a não acertar, o que compromete bastante o nosso próprio desenvolvimento.
    Voltando à antimatéria, se ela é emitida pelo núcleo atômico, ela teria que estar lá e que se a matéria (elétron) também é emitida, como radiação beta (-) é porque ela está lá, e que se juntamente com um posítron também é emitido um neutrino e com um elétron é emitido um antineutrino é porque eles estão lá. Bastava, então, se conseguir decifrar estas premissas, que devem ser verdadeiras . Muito fascinante perceber que se a radiação gama é produto da união entre um elétron e um posítron e que tal radiação não possui massa, e que, quem dá massa ao elétron e ao posítron teria que ser produto desta união. Assim, podemos a acreditar, como prediz parte da teoria de Higgs, que alguma partícula fosse responsável pelo campo de massa, tanto do elétron, como do posítron. Analisando a radiação gama, da união do elétron com o posítron, observa-se que esta radiação gama parte com uma energia cinética de 0,511 MeV , em um sentido e que em sentido contrario ocorria a emissão de um raio com energia cinética de 0,511 MeV, que era constituída na verdade por 02 raios com velocidade cinética de 0,255 MeV cada, mas que tal emissão era um neutrino e um antineutrino. Então, fica claro que, este neutrino é responsável pelo campo de massa do elétron e que o antineutrino é responsável pelo campo de massa do Posítron e que a radiação gama por ser neutra é a união de 01 energia magnética negativa com 01 energia magnética positiva e que não possuía massa, por estas energias não terem ação do neutrino e do antineutrino. teria que ser formado por 02 quantidades de energia magnética negativa e o posítron por 02 quantidades de energia magnética positiva. Se o núcleo emite posítron, elétron, neutrino e antineutrino e que a interação dos neutrinos com os elétrons e dos antineutrinos com os posítrons, surge a matéria, isto nos obriga a acreditar que o núcleo atômico, tem que ser formado por elétrons e posítrons (com os responsáveis pelos campos de massa – neutrinos e antineutrinos) e que as radiações eletromagnéticas nucleares são provenientes de interações de elétrons e posítrons formadores dos prótons e nêutrons, e que, à medida que, perdem energia cinética são chamadas de outros tipos de energias eletromagnéticas (gama, “X”, ultra violeta, espectro visível…etc.) Como a massa do núcleo é, aproximadamente, 1836 vezes maior que de um elétron e de um posítron, então na composição de um núcleo com um só próton (núcleo do hidrogênio) teria que ter 918 posítrons e 917 elétrons e que este posítron a mais no próton, faz com que este núcleo ficasse magneticamente positivo, atraindo um elétron (magneticamente negativo) , tanto em rotação, quanto em seu próprio eixo, já que é uma estrutura dual, não esférica, que nesta atração mútua magnética o faz girar em seu próprio eixo. Este movimento tanto de rotação como no seu próprio eixo, faz com que esta energia magnética produza um campo elétrico. Faltava entender porque esta união elétron e posítron, na formação do próton e do nêutron, não resultou no processo chamado de aniquilação de pares. Percebe-se, que esta formação aconteceu em estrelas e que nestas estrelas a enorme força de gravidade impediu a aniquilação, e também, estabilizaram estes elétrons e posítrons, mantendo-os unidos, com uma força bastante forte de união magnética de contato entre eles. Na união de um elétron e um posítron livres, a aniquilação não ocorre, pois, o que ocorre é o destacamento do neutrino do elétron e do antineutrino do posítron, com metade da energia magnética de cada e que a radiação eletromagnética é a união de metade de um elétron com metade de um posítron, sem os campos de massa. A energia cinética, tanto da radiação (0511MeV) como do neutrino (0,255MeV), como do antineutrino (0,255MeV), que é quantificada pela teoria de Albert Einstein (E=mc2). As radiações não são absorvidas, nem aniquiladas, apenas vão perdendo velocidade cinética, até se transformarem em Energia Escura, formadora do espaço. È o próprio Espaço. Esta energia escura é o resultado todas as radiações eletromagnéticas. A matéria e a energia são intercambiáveis, não se perdem, apenas se transformam, assim: Não ocorre Quebra de Simetria de Paridade, pois tudo é constituído por 50% de matéria e 50% antimatéria. Não ocorre Quebra de Simetria de Carga, pois o elétron, o posítron, o neutrino e o antineutrino estão na formação dos prótons e nêutrons. Não ocorre a Quebra de Simetria da conservação da Energia, pois não ocorre emissões de radiações eletromagnéticas pelos elétrons e sim é uma união elétron-posítron,apenas o núcleo atômico estava sendo mal entendido

    Conseqüência da perda de velocidade da Radiação Eletromagnética

    Autor :Luiz Carlos de Almeida
    Publicado em: abril 15, 2009

    Energia Escura:
    A radiação eletromagnética , não perde a sua energia intrínseca magnética, e sim vai perdendo velocidade (energia cinética), à medida que esta energia se propaga. Esta velocidade inicial que é a velocidade da radiação gama é dada pelas características da Energia magnética negativa Elementar e a da Energia magnética positiva Elementar e a massa nuclear, que ao se encontrarem em movimento impulsionam-se, pela força magnética forte, à velocidade da luz (ou melhor, à sua própria velocidade) e destacando-se do neutrino e do antineutrino que são os responsáveis por dar o campo de massa aos elétrons e posítron, tornando-se uma energia magneticamente neutra, pulsátil, apresentando campo magnético, pela sua constituição e campo elétrico pela velocidade cinética deste imã atômico, em movimento ondulatório elíptico.
    Esta Radiação vai perdendo velocidade (energia cinética), pelas sucessivas interações com elétrons, até esta energia magnética elementar, perder toda velocidade (energia cinética). Esta energia magnética, sem velocidade é a energia escura que preenche todo o universo, inclusive o interior dos átomos (na eletrosferea). Esta Energia Escura está aumentando . Está aumentando com o passar do tempo, pois ela é produto final de todo o processo de nascimento, crescimento e morte Estrelar. É o produto de toda ordem de radiações eletromagnéticas. Esta energia escura que é formadora do Espaço. Como ela está aumentando então o espaço também está aumentando (expansão espacial). Esta Energia exerce força mantendo as galáxias sem se espalharem no vácuo, pois ela permeia todo o universo, permeia a eletrosfera, somente não permeia os núcleos atômicos, pois os mesmos já são constituídos desta energia escura magnética, porém como matéria (por atuação dos neutrinos e antineutrinos). Pela sua característica, como é o espaço, ela atua em todas direções, aumentando o Espaço ( Espaço não matéria-antimatéria), sustentando os astros e sendo o meio de propagação das Radiações eletromagnéticas. Analisando a energia escura, que é parte do espaço ( espaço = Matéria-Antimatéria + Energia Escura + Matéria Escura), então a matéria recebe uma pressão desta energia escura e quanto mais matéria mais pressão este corpo recebe da energia escura em todos os seus sentidos, de forma concêntrica de modo que o centro gravitacional é o centro do astro, em uma competição energia escura – matéria. Assim colocado, a força de gravidade é a força que esta energia escura exerce sobre os núcleos atômicos deste corpo, já que até na eletrosfera a energia escura se faz presente. Até hoje, acreditávamos que a força da gravidade era uma força que um corpo mais massivo tinha em relação a um corpo menos massivo, não considerando que não é a matéria que possui a força de gravidade e sim é a pressão da energia escura sobre a matéria (núcleos atômicos) e esta força faz com que a energia escura ao redor e internamente deste astro exerça compressão nestes núcleos atômicos, produzindo uma energia escura circunvizinha compactada (aglutinada, que comprime o astro concentricamente). Esta compressão concêntrica é tanto maior quanto maior for a massa do astro e assim tanto maior será esta força gravitacional.

    A energia escura produzindo a força gravitacional

    Autor: Luiz Carlos de Almeida
    Publicado em: abril 15, 2009

    A proposta de Einstein sobre como um astro deflete o espaço-tempo, criando uma curvatura de forma cônica, sugere que o corpo esteja sobre o espaço e não no interior desde espaço, como sugere também, que este espaço é somente externo ao corpo massivo, e que o espaço tempo tem uma ação passiva em relação ao astro. Quando observamos a explicação para a formação do buraco negro, percebemos que esta curvatura se torna um funil, que arrasta a matéria ao redor para seu interior, novamente sugerindo que o espaço tempo está sob o astro hipermassivo que se transformou em buraco negro, mas a Energia Negra comprimida (o próprio espaço) envolve todas as matérias, não sendo possível este afunilamento, o que ocorre é uma pressão em todos as direções neste corpo de maneira concêntrica, inclusive dentro deste próprio corpo. Assim, quem comprime a matéria (matéria – antimatéria), ou seja estes núcleos atômicos, é a Energia Escura (sendo então uma ação ativa).
    Analisando a energia escura, que é parte do espaço ( espaço = Matéria (matéria antimatéria) + Energia Escura + Matéria Escura), então a matéria recebe uma pressão desta energia escura e quanto mais matéria mais pressão este corpo recebe da energia escura em todos os seus sentidos, de forma concêntrica de modo que o centro gravitacional é o centro do astro, em uma competição energia escura – matéria. Assim colocado, a força de gravidade é a força que esta energia escura exerce sobre os núcleos atômicos deste corpo, já que até na eletrosfera a energia escura se faz presente, esta força faz com que a energia escura ao redor e internamente deste astro exerça compressão nestes núcleos atômicos, produzindo uma energia escura circunvizinha compactada (aglutinada, que comprime o astro concentricamente). Esta compressão concêntrica é tanto maior quanto maior for a massa do astro e assim tanto maior será esta força gravitacional. Colocado esta explanação, pode-se concluir que, não é a matéria maior que atrai a matéria menor ou que seja a deflexão do espaço tempo (curvatura) que seja a causa da força de gravidade e sim a pressão da energia escura sobre a matéria. Assim a força gravitacional não precisa de um mediador, pois, ela é reflexo da compressão da Energia Escura. Quando analisamos o cone de deflexão do buraco negro estamos dizendo que esta deflexão cônica, afunila na energia escura criando um cone, com bordas, mas se a força gravitacional é em todos os sentidos, é concêntrica, então mesmo possuindo muita massa não seria possível a formação de um cone. O mais sensato sobre o fenômeno é que esta pressão de todos os lados, concêntrica, cria uma força gravitacional tão grande que em determinado instante toda a matéria será “esmagada”, ocorrendo o rompimento dos átomos formadores do astro e que nestas explosões dos núcleos ocorrerá a desestabilização dos núcleos com grandes formações de radiações eletromagnéticas pelo choques dos elétrons e posítrons deste núcleos hipermassivos (supernovas), e que por possuir muita força de gravidade a luz que penetra nesta energia escura defletida concentricamente não escape. Considerando estas premissas, temos também que levar em conta, que não são todos os astros que se tornarão buracos negros, mas somente aqueles com massa muito elevada. A força de gravidade de Estrelas menores, provoca a fusão nuclear dos gases de sua formação (principalmente o Hidrogênio) com eliminação de energia eletromagnética e com isto a diminuição da matéria (matéria – antimatéria) de modo que com o passar do tempo a massa do astro irá diminuir, mas não significa que a gravidadade também irá diminuir, pois para elementos químicos mais massivos a gravidade é maior pela mais compressão da Energia Escura sobre estes núcleos no astro, o que pode levar este astro se tornar uma estrela de neutron ( formada por núcleos compostos somente de neutrons sem energia Escura ao redor de cada núcleo, pois a estrela toda é um único nucleo, com (n) elétrons e posítrons( com seus campos de massa – neutrino e antineutrino) em sua formação em quantidades exatamente iguais.

    O Big Bang não se sustenta pela teoria da expansão do Universo

    Autor : Luiz Carlos de Almeida
    Publicado em: abril 15, 2009

    A Energia Escura e a Matéria Escura estão se expandindo … A Matéria (matéria – antimatéria) está diminuindo… O Universo não está em expansão… O processo está auto compensado…
    Sendo a Energia Escura e a Matéria Escura o resultado final das interações elétrons – posítrons ( processo de “aniquilação”), é necessário admitirmos que o processo é proporcional.pois, a matéria se transforma em energia escura e matéria escura. Enquanto aumenta a energia escura e a matéria escura, diminui a matéria (matéria-antimatéria), só que o espaço é constituido pela somatória da matéria (matéria– antimatéria) com energia escura (radiações eletromagnéticas sem Energia cinética) mais matéria escura (neutrinos e antineutrinos sem Energia cinética). As galáxias estão se distanciando uma das outras, além de perderem matéria, justamente pela expansão espacial (da energia escura e matéria escura), porém temos que considerar também, que esta evolução é uma troca de matéria (matéria-antimatéria) por energia escura e matéria escura. Assim, a Teoria de uma grande explosão inicial (Big Bang) não se sustenta. Pois a expansão não se relaciona com a expansão do Universo, sendo apenas uma expansão espacial referente ao aumento da Energia Escura e Matéria Escura e diminuição espacial da Matéria (matéria– anti matéria) já que o espaço do Universo, em sentido amplo, é a somatória de matéria (matéria – anti matéria) mais a Energia Escura mais Matéria Escura, sendo um processo auto compensado.

    Físicos e mitos. Como a Física Quântica cria mitos…

    Autor :Luiz Carlos de Almeida-
    Publicado em: abril 14, 2009

    Diagrama de Feynman para a interação elétron/posítron:
    “Neste diagrama de Feynman, um Elétron e um Posítron anulam-se, produzindo um fóton virtual, que se transforma num par quark-antiquark. Depois, um deles radia um Gluón. (O tempo decorre da esquerda para a direita.)”
    Como os princípios da Teoria da Eletrodinâmica estão equivocados, os diagramas correspondentes às interações que elas representam, para se chegar a expressões matemáticas corretas, só podem chegar, também, a conclusões equivocadas da realidade destas interações das partículas, pois, é de se observar que a explicação para o Diagrama de Feynman não condiz com o que ocorre na realidade. O termo “Aniquilação” não é apropriado para este evento, pois as energias elementares, tanto positiva quanto negativa, não se aniquilam e também não se perdem, apenas se transformam. Como o elétron e o posítron são partículas duais (cada um com 02 energias magnéticas), ocorre uma interação em que o elétron perde 01 energia magnética com seu campo de massa (neutrino) e o posítron perde 01 energia magnética com seu campo de massa (antineutrino), cada um com uma energia cinética de 0,255 MeV (com um total de 0,511MeV de energia Cinética). Restando 01 Energia magnética negativa do elétron e 01 energia magnética positiva do positron (sem seus campos de massa), que forma a radiação eletromagnética (y) de 0,511 MeV de Energia cinética. Quando esta radiação eletromagnética choca-se com o núcleo, atinge metade do elétron e metade do posítron que estão na formação dos Nêutrons e Prótons do Núcleo atômico, ocorrendo o processo de Reflexão das Radiações eletromagnéticas de alta velocidade. Assim, não ocorre a Anulação (Aniquilação) do elétron e do posítron, não ocorre a formação de um fóton virtual, não ocorre a sua transformação em um quark e em um anti-quark, e depois um deles não irradia um Gluón como prediz a explicação do Diagrama de Feynman.

    ELETRODINÂMICA QUÂNTICA (E.Q)
    “As forças eletromagnéticas entre dois elétrons surgem pela emissão de um fóton por um dos elétrons e a sua absorção por outro elétron. Como um elétron emite um fóton, isso significa a violação do princípio da conservação das energias ou da conservação dos momentos; o mesmo vale para a absorção de um fóton. Todavia, pela a mecânica quântica, a conservação de energia não é necessariamente válida em pequenos intervalos de tempo. O sistema pode “pedir emprestada” alguma energia para o elétron emitir o fóton; a energia é devolvida quando o outro elétron absorve o fóton. Este processo é chamado de troca virtual de um fóton entre elétrons”. As radiações eletromagnéticas não surgem por acaso, pois, surgem da união entre um posítron e um elétron e este processo acontece em quase sua totalidade em núcleos de átomos, e também, as radiações eletromagnéticas não são absorvidas, pois a energia elementar negativa unida à energia elementar positiva, durante os processos de propagação e de reflexão não se altera, somente altera a sua energia cinética (sua velocidade). O elétron da eletrosfera não emite, por si só, qualquer energia eletromagnética, ele apenas interage nos processos de propagação destas radiações, então, quando a teoria eletrodinâmica diz que, na física quântica o princípio da conservação da energia ou da conservação dos momentos, não é necessariamente válida, em pequenos intervalos de tempo, e que o sistema pode pedir emprestado alguma energia para o elétron emitir o fóton e que a energia é devolvida, quando outro elétron absorve o fóton, em um processo de troca virtual de um fóton entre elétrons, fica claro, que esta idéia básica da Física Quântica, além de não ser a realidade dos fatos, como explanado neste trabalho sobre como acontece a propagação e a reflexão das radiações eletromagnéticas, ainda colocou como sua base científica, uma interpretação equivocada da realidade dos acontecimentos a nível atômico, elegendo os elétrons como emissores das radiações eletromagnéticas. O diagrama de Feynmam, para este evento, também está errado.

    CRONODINÂMICA QUÂNTICA (C.D.Q)
    “A Teoria da Cronodinâmica Quântica é parecida com a Teoria da Eletrodinâmica Quântica em alguns aspectos (as interações se dão através da troca virtual de quanta). No entanto, existe uma diferença fundamental: o fóton, mediador da interacão eletromagnética, é eletricamente neutro; já o glúon, mediador da força nuclear forte (força colorida), é colorido. Por isso, eles interagem entre si, o que dá origem, nas equações da C.D.Q, a termos que não têm análogos na Eletrodinâmica Quântica. Os prótons são formados por dois quarks up e um quark down, enquanto os nêutrons são formados por um quark up e dois quarks down. Os quarks up têm carga elétrica +2/3 enquanto os down têm carga -1/3. Assim como a força entre os elétrons se dá através da troca virtual de fótons, os quarks estão ligados por uma força que surge da troca de glúons. Os glúons são indiferentes ao sabor, mais muito sensíveis à cor. Os glúons interagem com a cor assim como os fótons interagem com o sabor. Note que existem vários tipos de glúons, um para cada situação de cor.” Como na explanação anterior, esta troca virtual de fótons, não acontece na realidade. Quanto ao Gluón, não exite emissão virtual de gluón, pois, a força de união (força forte), que ocorre entre os pósitrons e elétrons nos Nêutrons e Prótons não dependem de mediador, já que é uma força de natureza magnética elementar, entre as partículas magnéticas negativas e as partículas magnéticas positivas. Na realidade não existem Quarks. Existem elétrons e posítrons em união na formação dos Prótons e Neutrons.

    Magnetismo e Eletricidade

    Autor Luiz Carlos de Almeida
    Publicado em: abril 14, 2009

    Quando em 1920, Oersted, provou com um experimento que a corrente elétrica gerava um campo magnético, ele não considerou que na corrente elétrica ocorrem perdas de elétrons de camadas mais afastadas desequilibrando a força magnética do material condutor e esta diferença magnética positiva cria um campo magnético, não a corrente elétrica em si.
    Quem cria o campo elétrico é o movimento dos elétrons (quer seja de rotação ou de spin ou na própria corrente elétrica), mas corrente elétrica, por si só, não cria campo magnético. O campo magnético está relacionado à atração entre pósitrons e elétrons, pois quando o átomo está sem influência de uma diferença de potencial todos os posítron a mais nos prótons terão seu campo magnético anulado pelo campo magnético dos elétrons. Quando ocorre uma diferença de potencial e ocorre a corrente elétrica, a saída dos elétrons deixam este átomo com posítrons a mais no átomo em relação ao número de elétrons, ocorrendo a formação do campo magnético, criando linhas de força magnética entre o núcleo (polo positivo) e estes elétrons (polo negativo).Quando os elétrons giram em torno do núcleo ocorre formação de um campo elétrico, mas o campo magnético existe na atração do posítron ao elétron, mas a força magnética resultante, está equilibrada pelo polo positivo posítron a mais do núcleo e o polo negativo elétron da eletrosfera. Quando ocorre em certas rochas, a formação de estruturas que encapsulem em suas matrizes cristalinas, cátions e ânions separadamente, esta rocha apresenta-se como um corpo magnetizado (imã natural) , como é o caso da magnetita, mas se aquecidas com uma temperatura limite, ocorre a ruptura dessas matrizes e estes íons podem se neutralizarem, desmagnetizando tais rochas. Atualmente cerâmicas com aprisionamento de cátions e ânions de ferro ou manganês, apresentam magnetização, também pela atração magnética dos posítrons e elétrons. O campo magnético não é formado por corrente elétrica e sim um campo que aparece quando o átomo está com excesso de posítrons a mais nos prótons de um átomo em relação ao número de elétrons, ou quando os elétrons estão livres ou até em corrente elétrica. O magnetismo é a característica das energias elementares formadoras dos elétrons, dos posítrons e das radiações eletromagnéticas. Assim, o que melhor explica o magnetismo sustentável terrestre são as ações das radiações eletromagnéticas sobre os átomos no interior terrestre. Ações que acontecem com a eletrosfera atômica dos metais do interior terrestre, criando de um lado cátions e de outro lado ânions (determinando a positividade e negatividade magnéticas dos pólos terrestres) e ações que acontecem com os núcleos dos elementos químicos em que ocorre o processo de reflexão destas radiações, produzindo energia térmica auto sustentável no interior terrestre.
    Este aquecimento Global será maior se maior for a quantidade de radiações de altas velocidades que atinjam a Terra.

    Einstein e a Energia

    Autor : Luiz Carlos de Almeida
    Publicado em: abril 14, 2009

    Teoria da Energia de Albert Einstein E = m.c2
    Tem-se que considerar 02 tipos de energias. A energia cinética (que por interações com a matéria pode transformar-se em energia térmica) e a energia elementar. A teoria de transformação de matéria em energia de Albert Einstein, tem que ser considerada com restrição, pois, esta teoria não considerava que a energia magnética positiva ou negativa se transformavam em matéria por ação do campo de massa dos neutrinos e dos antineutrinos e que esta mesma matéria deixaria de ser matéria pela saída , deste neutrino e antineutrino do elétron e do posítron e que a energia não era proveniente da transformação da matéria em energia, e sim, esta energia que a teoria consegue quantificar, é a energia de união dos elétrons e posítrons que é traduzida pela energia cinética que é propagada em forma de radiação, só que esta energia cinética é variável para cada elemento químico, pois existe uma relação entre a quantidade de massa de um núcleo e esta energia cinética. Quanto mais massa, mais vetores de ligação entre as partículas elétrons e posítrons no núcleo e menor a energia cinética das radiações. Mas, quando 01 elétron livre se choca com 01 posítron livre, como não há distribuição vetorial da força original de união, e a energia cinética total, é de 1,022 Mev. (sendo 0511 mev na radiação eletromagnética e 0,511 Mev com neutrino e antineutrino). Por estas análises, a teoria de Albert Einstein, que, Energia é a massa vezes a velocidade da luz ao quadrado (E = m . c 2), considera somente a energia cinética liberada (que parte transforma-se em energia térmica), da força de União entre os elétrons e posítrons livres. Isto não significa que a matéria se aniquilou e transformou-se em energia, pois a energia magnética positiva e a energia magnética negativa não se aniquilam, apenas perdem, os neutrinos e antineutrinos, que criavam seus campos de massa, continuando como radiação gama, perdendo energia cinéti, passando poe to espectro das radiações eletromagnéticas, até chegar a ser energia escura. Os neutrinos e antineutrinos, também não se transformam em energia, pois quando perdem velocidade continuam como matéria escura. É de se observar que, como estes neutrinos e antineutrinos dão massa à energia, estes saem do núcleo dos Hidrogênios solares na formação dos Hélios – 4, como “neutrinos e antineutrinos do Muón”, que na verdade são neutrinos eletrônicos e antineutrinos positrônicos com a energia que restou do processo de “aniquilação”, ou seja, um neutrino com 01 energia magnética elementar negativa (com energia cinética) e o antineutrino com 01 energia magnética elementar positiva (com energia cinética), mas que devido às vibrações dos neutrinos e anti-neutrinos, se comportam como se fossem uma partícula. Mas, até esta quantidade de energia cinética será menor em núcleos com massa elevada (então seria 01 energia magnética positiva ou negativa com uma quantidade de energia cinética).

    Será teletransporte da informação ou a Teoria das Variáveis Ocultas está correta
    Autor : Luiz Carlos de Almeida
    Publicado em: abril 14, 2009

    O SPIN DOS ELÉTRONS E O ENTRELAÇAMENTO
    Temos que considerar que a ação entre elétrons com pósitrons, ou de elétrons com elétrons à distância, não se trata de uma interação somente elétrica, mas principalmente magnética, Assim, o modelo atômico apresentado e pelas características das forças que atuam neste átomo, por exemplo, um átomo de hélio-4, onde posssui um núcleo com 02 prótons, dois neutrons e dois elétrons na camada K. Considerando que estes dois elétrons, pelo princípio da exclusão de Pauli, quando um estiver com o espin no eixo x, com spin (x+), o outro estará no eixo x, com spin (x-) ou vice versa. Compreendendo a situação acima descrita, pelo modelo nuclear apresentado, em que um próton é um aglomerado de elétrons e posítrons, que possui na sua formação, um posítron a mais que o número de elétrons, o que determina que este posítron a mais, exerça uma atração magnética positiva, bastante forte, em busca de se neutralizar magneticamente, pelo elétron, que possui uma atração magnética negativa, também bastante forte e que como o posítron no núcleo está contido no núcleo, fazendo com que o elétron correspondente gire no eixo x, no sentido x+ ou x-, sendo que o primeiro elétron assuma qualquer um dos spins ( x+ ou x-) e isto determina que, o segundo só pode preencher a mesma camada com o spin possível pela ocorrência do spin do primeiro elétron. Por exemplo, se o primeiro elétron assumir no eixo x, o spin (x+), isto determina que o outro elétron só poderá assumir no eixo x, desta camada eletrônica, o spin (x-) e vice versa. Esta determinação de momento angular é imediata, pela força magnética do posítron em relação ao elétron com interação dos elétrons dos seu campos elétricos. Por esta interpretação, não é que, ao ser determinado o spin do primeiro elétron, esta informação viaje a velocidade acima da velocidade da luz de uma maneira não local, influenciando o outro elétron, mas sim uma interpretação diferente devido à mudança de entendimento da formação do núcleo atômico, e as reais interações das forças nucleares, tanto magnéticas quanto elétricas. Esta interpretação modifica o que pensamos sobre o entrelaçamento de duas partículas (emaranhamento), deixando claro que o paradoxo EPR, está correto em relação à Física Quântica ser incompleta e com interpretações [email protected]
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